quinta-feira, 21 de abril de 2011

Aventuras de Quarta a noite

Após mais uma aula de Direito Constitucional, sem absolutamente nada para fazer em Barretos, o grupo de pessoas mais loucas q existem na face da Terra resolve ir ao cinema ver Rio, no entanto a fila estava enorme e depois de 30 minutos de discussão resolvemos encontrar o resto do "bando" em uma birosquinha, diga-se de passagem ruim pra burro, e tomamos duas torres de chop, após essa maravilhosa empreitada resolvemos vir para Buracópolis, quer dizer Olímpia, pena q nem todo mundo pode vir, pois a partir desse momento começam as fortes emoções...
em um dos carros encontravam-se Iris ao volante, Manu, Renan e eu e no outro, Grelhadinho (Luiz Guilherme) e a Leticia.
Compramos duas garrafas de Jurupinga e seguimos para a "Igrejinha", um lugar esquecido por Deus e pelos homens, q se localiza no bairro rural de Santa Cruz, antes mesmo de chegar, a Manu já queria ir embora, pois estava morrendo de medo, do q eu não sei, só sei q ela tinha razão aquele é um lugar lúgubre, ainda mais com aquela lâmpada a meia fase, acesa no canto do barracão.

Descemos dos carros e fomos explorar o lugar, "acendemos" a luz, até a iluminação do lugar era bizarra, o interruptor em uma posição deixava a lâmpada em meia fase, e na outra em seu maximo de brilho, a porra não apagava só ficava acesa, coisas da "Igrejinha". Iris e eu estávamos doidos para "entrar", entenda-se arrombar, invadir e explorar a igreja, mas nossos planos foram frustrados pela nossa "consciência" pra falar a verdade foi a Le q nos impediu. E q fique bem claro q nós já encontramos aquela porta lateral daquele jeito, toda amassa, como se alguém tivesse tentado arrombá-la.
E só para constar eu estava morrendo de medo e até q eu não encontrei um maldito interruptor q ligasse todas as luzes do barracão eu não sosseguei, como sou um gênio, encontrei e com o apoio da Judite (as muletas da Iris) liguei as luzes e o lugar ficou menos assustador.
Também não poderia me esquecer de relatar nossa sessão ghost hunters (caça fantasmas) a qual resolvemos enfrentar, para piorar um pouco mais a situação o barracão fica entre a bendita igreja e uma "casa" abandonada há muito tempo, praticamente em ruínas,  mas como essa anta não se contenta só em olhar as coisas do lado de fora, descobre uma porta nos fundo da casa q estava aberta e resolve, na brincadeira, chamar o pessoal para fazer um tour, todos após verem a situação deprimente do local resolvem voltar, menos a maluquete da Iris, q mesmo com a Judite, resolve entrar e o palhaço aqui,morrendo de medo, acompanha a maluca e isso tudo apenas munidos com uma lanterninha de "criança" q não iluminava quase nada, mas apesar de tudo, de quase ter enfartado de tanto medo, saímos de lá com vida, pela porta lateral da casa q dava para o barracão e q por sinal na hora q eu abri, por pouco, não cai na minha cabeça, isso é claro depois de uma cena ridícula de gritos e de batidas desesperadas na porta, que não assustou ninguém.

Depois de mais alguns minutos resolvemos voltar para a cidade e se não fosse a Manu, a única entre nós com um resquício de sanidade, e o Renan iríamos parar em uma "mata" onde o TG antigamente fazia seus treinamentos ou ainda faz... e ainda demos uma volta pela cidade, para ver os pontos de badalação da cidade, q não são muitos, mas q ficam longe pacas um dos outros, ou seja, acabamos fazendo um tour. E tudo isso para que... para irmos parar em uma praça perto da casa da Le, e como Manu, Re, Iris e eu já estávamos morrendo de sono, só demos uma passada na praça para nos despedirmos do Casal Grelhado e fomos embora.

Nossa eu não sabia que descrever uma historia era assim tão foda, tah tudo meio q resumido, sem a menor graça, mas viver tudo isso foi bem mais legal, posso garantir a vcs q faria tudo de novo, a noite foi muito boa.
E para vcs Bel, Dú, Kaline, Jessica, Speed, Rudson (Jack o arrombador), Ronaldo, Thiago e Baby só tenho uma coisa a dizer: nós precisamos fazer isso de novo e da próxima vez tem de ir todo mundo...

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